O corpo que se desfaz ao toque
A dúvida que persegue e se renova
Duas sensações que agora preenchem: uma que desejo
outra que estranho
Neste confronto, qual vencerá?
31.3.09
18.3.09
Traz outro amigo
Quase nunca ando de transportes públicos. O carro, que se torna um companheiro diário, protege-nos dos perigos e desconforto desse mundo exterior. Protecção-isolamento, é o que é.
Ontem ao entrar atabalhoadamente num autocarro, com o ar (e a realidade) de quem já não sabe tirar um bilhete, oiço um senhor no lugar da frente que canta afinado não percas tempo que o vento é meu amigo também.
E lá fui empurrada para a parte de trás, com aquela canção a soar entre quem lhe era indiferente. Não para mim. E cantei baixinho em terras,em todas as fronteiras, seja bem vindo quem vier por bem
Ontem ao entrar atabalhoadamente num autocarro, com o ar (e a realidade) de quem já não sabe tirar um bilhete, oiço um senhor no lugar da frente que canta afinado não percas tempo que o vento é meu amigo também.
E lá fui empurrada para a parte de trás, com aquela canção a soar entre quem lhe era indiferente. Não para mim. E cantei baixinho em terras,em todas as fronteiras, seja bem vindo quem vier por bem
15.3.09
14.3.09
9.3.09
Era uma vez...

... uma concha azul. Desta concha não se ouviam as ondas, mas antes sussuros, pequenas histórias inacabadas e canções de antes. E risos. Risos como os de infância, que sossegam.
Era uma vez uma concha azul...
Foto Lotus8 em Flickr
Dança... outra vez
Há muito tempo que não dançava com o meu amigo-dançarino-por-excelência. Pegou-me nas mãos e apertava, entrelaçava, largava e tornava a agarrar... E eu respondia aos comandos da mão, ao toque na costas - para a esquerda, para a direita, troca, roda...Às vezes mais concentrados, outras vezes rindo da nossa atrapalhação, lá fomos de sala em sala a dançar... sempre a dançar... sem...pre... a... dan..... çar.....
5.3.09
2.3.09
estás com um ar tão triste...
eu respondo
deserto. noite. frio.
e esta absurdamente teimosa vontade de abraçar.
deserto. noite. frio.
e esta absurdamente teimosa vontade de abraçar.
1.3.09
Demasiado tarde
Se soubesse que aquela tarde-feita noite seria a última, ter-me-ia perfumado com as melhores essências e marcado o caminho para te guiar até mim. Os acordes perfeitos soariam suaves e envolventes. Um calor cor de sol iria aconchegar-nos... ouvirias num sussuro as palavras sentidas...
... e eu iria gravar essa tarde-nunca noite no meu corpo.
... e eu iria gravar essa tarde-nunca noite no meu corpo.
Blogues
O que é um blogue? De entre as minhas relações mais próximas só uma pessoa tem blogues que actualiza regularmente. Diz-me que pode ser um amigo, um diário, que é catártico. Concordo com a catarse. Falo de blogues como este (e muito melhores que este) onde se escrevem coisas que dantes se guardavam em folhas de papel.
Estão na moda.
No entanto têm esta coisa do anonimato e dos nicks, que é moderno, mas que às vezes incomoda.
Estão na moda.
No entanto têm esta coisa do anonimato e dos nicks, que é moderno, mas que às vezes incomoda.
Outras palavras
Gostava que chegasses quando eu menos esperasse. E me desses amor em pequenos gestos. Os pequenos gestos são os maiores, sabias? E as palavras sussuradas as que ecoam mais alto. Há quem não saiba disto. E fira no que diz e faz como se brandisse uma espada.
Todas as línguas
amigo seguidor,
todas as línguas terão palavras brutais;
devastating
é das mais terríveis que conheço.
todas as línguas terão palavras brutais;
devastating
é das mais terríveis que conheço.
Subscrever:
Comentários (Atom)
