13.6.11

fernando I e II

Hoje, desassossegada, leio-o. Preciso de algo que me afaste de um quotidiano arrasante, de uma máquina-tempo que me esmaga. Talvez não seja a melhor opção, mas lembro que o nome deste blogue saiu de um poema seu em palavras que marcam a alma.

Hoje, a 13 de Junho.


Afinal, o dia de dois Fernandos.

desta vez não



3.6.11

para um nocturno mar partem navios
....
assombrados por míriades de luzes
....
vão

o seu rouco grito é de quem fica
no cais divido e mutilado
e destruído entre poemas pasma




cais de sophia de mello breyner andresen