
31.7.11
O mais recente confronto com a sua fragilidade mudou-me. Sei-o. Regressei com o sol e o sal para te dar, mas por dentro vinha de alma quebrada. Sentia o frio debaixo da pele quente, reconheci a solidão nesta impotência que bloqueia. Mas vim com a vontade. Regressei a sonhar com a nova partida que me levasse de novo para um mar tranquilamente partilhado. Partilhado.
Trago o sol e o sal nas mãos (ainda) para te dar. Mas este medo adensa-se a cada momento em que me sinto só nas coisas mais simples.
Ontem.
Hoje.
Esta agonia que pode ser o fim.
Trago o sol e o sal nas mãos (ainda) para te dar. Mas este medo adensa-se a cada momento em que me sinto só nas coisas mais simples.
Ontem.
Hoje.
Esta agonia que pode ser o fim.
6.7.11
Subscrever:
Comentários (Atom)