Abro a janela e vejo o mar. Abro a janela e vejo copas de árvores a dançar ao vento. Abro a janela e vejo os telhados de Lisboa, meninos a jogar à bola. Abro a janela.... a minha janela... mas nada disto é o meu horizonte. Por isso corro os vidros, desço os estores, fecho os olhos e os ouvidos.
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