20.1.11

Do outro lado do telefone a voz que se desespera.





E eu mergulho na escuridão da minha incapacidade. Dou um grito do fundo de mim que ninguém ouve.

16.1.11

Às vezes, a astrologia sabe-a toda...

Everyday demands will take up much of your time and energy. You do not always have to give in, nor should you feel guilty if you sometimes say no. Such feelings of guilt have their origins in childhood, when you were dependent on your parents' love and attention. Your fear of being abandoned if you were not able to fulfil your parents' wishes and expectations was the natural response.

Under this influence these basic fears of being abandoned may resurface. Your boss may ask you to do things which you consider to be beyond your capabilities. If this occurs you should not hesitate to express your feelings. You are unlikely to lose your job, but if this happens something new and more appropriate will turn up. It will also greatly ease your situation if you can stop fighting to hold onto things which have become one burden too many, causing much of your inner turmoil. The ability to let go of things which have brought little benefit despite costing a lot of time and energy can create the space for new experiences.

De Ruy Belo

No teu amor por mim há uma rua que começa

Nem árvores nem casas existiam

antes que tu tivesses palavras

e todo eu fosse um coração para elas


(...)

6.1.11

Há quem diga que um amigo deve dizer-nos sempre a verdade, por muito que nos / lhe custe.
Eu cá acho que um verdadeiro amigo deve às vezes ver bem dentro de nós e dar-nos razão, mesmo que não a tenhamos.


Um bom amigo mente, de vez em quando.

3.1.11

Pausa

E a serra acompanha-nos, acolhe-nos em cada curva. Forte. Majestosa. As núvens rodeiam os cumes dando-lhes ares de filme fantástico; árvores raramente vistas surgem à medida que subimos, em tons de inverno. Os rochedos ameaçam das alturas ou abraçam a estrada e a água sempre, sempre a correr, timidamente em pequenos fios ou na violência de cascatas. Transparente.

É aqui tão perto, já ali no fim daquela viagem que se faz ao som da(s) música(s) e da conversa. No silêncio, às vezes, que é preciso absorver este céu em cinemascope.

As pessoas são alegres, fortes, serranas. Gostam de falar connosco e nós com elas, Onde é...? É já ali..., , há os sabores intensos do que é criado por nós, o calor da lenha e o vermelho das faces...

Voltamos ao essencial e, por momentos, somos também pastores, agricultores e guerreiros desta terra.