28.2.10

L.

"She's my person.
If I murdered someone, she's the person I'd call to help me drag the corpse across the living room floor. She's my person."

Grey's Anatomy

27.2.10

Chuva

E Lisboa que se afoga na chuva. Os chapéus e as gabardinas já cansam... Assim que o sol vier para ficar por uns dias, estaremos tão sedentos dele como um escandinavo.

26.2.10

Cafés, etcetera e tal II

Será que hoje vi mesmo um porteiro na Brasileira, ou imaginei? Sim, um porteiro daqueles das discotecas, vestido de preto, com auricular e ar de poucos amigos...

Cafés, etcetera e tal

Esta semana fui duas vezes ao Chiado. Depois de dias atarefados, relaxei um pouco nos antigos Armazéns, agora centro comercial sem escadaria de madeira ou lustre.

Abriu lá um "Starbucks". Eu, que corri para o primeiro Starbucks que vi em NY (só os conhecia de filmes e sou uma deslumbradinha) e depois em Londres, fiquei exultante com o facto de ter estes magníficos cafés aqui mesmo à mão. Mas somos um país onde o café reina e qualquer abatanado bate aos pontos um "grande", o que torna o Starbucks menos irresistível. Os espaços são óptimos para relaxar, sem dúvida, ou...

No outro dia, falavamos no trabalho do hábito de no Starbucks se chamar as pessoas pelo nome para entregar o pedido. Então, porque não dar outro nome? Uma colega disse que um amigo tinha dito que era o Pai Natal e logo surgiram Garanhão, Jeitosa, Fode Mané (este, por incrível que pareça, é verdadeiro)... Ora, pois. Quem pensou neste tipo de organização não conhecia os portugueses.

Combinámos uma ida ao Starbucks de Belém. Estou para ver.

Cafés, etcetera e tal

Esta semana fui duas vezes ao Chiado.

22.2.10

Hoje...

...acordei e senti o peso do dia. A cabeça vazia e o corpo cansado.

Mas saí. Saio sempre.

19.2.10

E o rapaz movia-se de forma delicada, em silêncio e passos miúdos. Nos quadros em volta o dourado e o vermelho dominavam, mostrando paisagens e figuras orientais em cenários lisboetas. Lá fora, o Rossio mostrava-se magnífico, límpido nas luzes da noite.

E o rapaz tinha um ar frágil, baixando a cabeça em cumprimentos, agradecimentos. Suave, sereno. Um bolo de chá verde na mão disposto com perícia e harmonia no pequeno prato. Lá fora, a rua do Carmo ia ficando vazia sob os focos dos candeeiros. Preto e branco como as cores do kimono de Noe.

E o rapaz esperou-nos à porta e agradecer a visita. Um aceno respeitoso, um sorriso, que retribuímos.

O Japão em Lisboa.

8.2.10

Pois, ele há...

... dias mesmo, mesmo enguiçantes. Saímos de casa atrasados, a pasta abre-se e cai tudo lá de dentro ao entrarmos no elevador, não nos lembramos onde pusémos o carro, os sinais parecem todos vermelhos, as pessoas parecem todas demasiado lentas. Pedi um café, apressada... Hmm, parece que ela se mexe em câmara lenta só para me irritar. Diria mesmo que goza com o meu stress. Corro para o gabinete, levanto-me, sento-me, levanto-me... Corro, corro. A chefe está num dia não - até para o que havia tempo deixou de haver... mais um problema para resolver. O dia voa, o que se fez? Parece que nada. De volta ao carro, trânsito e mais trânsito. Todos se metem à frente. Saiam, saiam, que estou com pressa. Chego a casa e é demasiado tarde. O sono vence.



Ele há dias em que a vida passa por nós e finge que não nos vê.