26.2.10

Cafés, etcetera e tal

Esta semana fui duas vezes ao Chiado. Depois de dias atarefados, relaxei um pouco nos antigos Armazéns, agora centro comercial sem escadaria de madeira ou lustre.

Abriu lá um "Starbucks". Eu, que corri para o primeiro Starbucks que vi em NY (só os conhecia de filmes e sou uma deslumbradinha) e depois em Londres, fiquei exultante com o facto de ter estes magníficos cafés aqui mesmo à mão. Mas somos um país onde o café reina e qualquer abatanado bate aos pontos um "grande", o que torna o Starbucks menos irresistível. Os espaços são óptimos para relaxar, sem dúvida, ou...

No outro dia, falavamos no trabalho do hábito de no Starbucks se chamar as pessoas pelo nome para entregar o pedido. Então, porque não dar outro nome? Uma colega disse que um amigo tinha dito que era o Pai Natal e logo surgiram Garanhão, Jeitosa, Fode Mané (este, por incrível que pareça, é verdadeiro)... Ora, pois. Quem pensou neste tipo de organização não conhecia os portugueses.

Combinámos uma ida ao Starbucks de Belém. Estou para ver.

Sem comentários:

Enviar um comentário