Embora nem sempre (te) possa parecer, oiço-te com todo o meu ser. Recebo-te na minha casa de cal e de corpo com o prazer secreto e sereno da desejada cumplicidade.
Oiço-te, vejo-te... Mas há momentos em que nas minhas palavras podes sentir o gume que me atravessa. O gume da insegurança, da tristeza, de não poder. Este frio que vem de dentro.
Sem comentários:
Enviar um comentário