21.12.10

desisto...

... de tentar que entendam, sem ter de o admitir, que, por agora, sou feita de vidro tão fino que sinto que me estilhaço a cada palavra, tão vazia de memória que quase vejo a parede branca em que embato, tão exausta de tudo que o aqui consegue sufocar-me.

Desisto.

Guardo para mim que, agora, as grandes vitórias são as pequenas sobrevivências diárias.

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