Este frio vem da islândia, dizem. Encolho-me para me proteger, cerro a boca ao virar as esquinas e os ombros doem nestes braços-casacos tensos.
E de repente, num arrepio, sinto que vivo nesse país de gelo e vulcões, na dinamarca, na suécia. Sonho, então, que o meu mundo é mais organizado.
Limpo.
Civilizado.
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