13.10.11

Há muito que sei que não te consigo fazer feliz. Há muito, seguramente, que sei que não o sou.

Às vezes, sabes, bastar-me-ia o teu olhar a meu favor, já que não ouço as palavras que me foram emudecendo...

Acho que deves seguir a tua viagem. Eu, a minha.

Cortarei de vez com o teu género, a esperança da mão dada, as noites. Não quero mais. Elas virão e uma saberá voar melhor até ti e saberá, talvez, melhor que eu, superar o cansaço que vem com o tempo e a todos nos acinzenta.



Faltarão apenas palavras como estas...