Quero voltar a ser aquela pessoa que ri com prazer nas fotos e traz aos outros claridade e bom humor. Para ti, para quem eu mais queria ser assim, o quotidiano transforma-me numa pessoa pesada, e a alma gradualmente estagna num corpo sem vontade.
Não quero ser assim.
Não quero.
Não.
Mas os outros tornam-se (de novo) subitamente demasiado, retratados no poeta que me fez e no pintor que me assombrou.
Por isso, só me apetece o silêncio.
E a palavra "amor", onde ela estiver.