Já foi identificada há muito tempo. Vive dentro de mim e embora a consiga controlar na maior parte das vezes, ela está sempre à espreita para me dar este murro no estômago, este nó na garganta, vindos muitas vezes do nada ou do que ainda não foi e nem sequer, provavelmente, será. Hoje é um desses dias. A minha mãe sabia disso e tinha as palavras certas, os gestos. E agora?

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