É uma rua estreita da parte antiga de uma cidade. Chove. Oiço a tua voz chamar por mim e espreito a todas as janelas. Lá dentro há uma claridade branca que me cega e, de repente, pessoas que olham para mim e me acenam para entrar. Não as conheço. Não, não é aqui. Não é aqui. A rua é feita de lama onde escorrego. Nas virilhas, uma dor que me impede de prosseguir. Páro para respirar. Acordo.
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