E tu, olhos de homem-menino, que me contas hoje?
Talvez uma história de encantar, onde somos verdadeiros e o amor é o templo maior.
Talvez uma história de encantar em que me queres. Mesmo que a raiva saia da minha boca e da minha pele, porque como em todas as histórias de encantar vês para além do que não sou. E queres o que sou para além dos efémeros.
Conta-me essa história, olhos de homem-menino, que eu vou aninhar-me em ti, ouvir-te, respirar fundo e fechar os olhos.
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