Os mastros dos barcos atracados no cais balançam ao vento e na ondulação suave. Junto aos mastros, as cordas com nomes que herdaram das velhas naus e barcos de piratas ora se afastam, ora se entrelaçam.
E ouvem-se estes sons de xilofone distante. Uns mais madeiras, outros metais. Plim, ploc, plão, plim.
Todas as manhãs.
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