12.11.09

Homens I

Houve relações em que me acusaram de ser egoísta. Tiques de filha única. Nunca concordei porque conheci pessoas com irmãos que eram verdadeiros balões de eu, eu, eu. Ser obrigado a partilhar, não é, claramente, sinónimo de altruísmo. Mas fui-me modificando, amadurecendo.


Ultimamente tenho visto um homem pressionado, perseguido e a amar... Obrigado a correr de um lado para o outro para fazer vontades, por caprichos e amuos que ele acha naturais. E a amar... Cansado.


Mesmo nos meus piores tempos nunca fui assim. Como mulher, irrita-me esta passividade. A anuência. Já conheci outros homens que vivem relações assim e nunca irei compreender. O que será que gera o amor por estas mulheres-sorvedoras?

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