30.3.17

Em cada




Agora, mãe, em cada morte revivo a tua morte. Em cada lágrima, o meu choro por ti. Em cada ausência, esta ausência Maior.

Mas em cada fado, estará tua voz. Em cada rua de Lisboa, o nosso caminhar mão na mão. Em cada criança que grita "Mãe!", estarei eu, de novo, a chamar-te.

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