O tempo está insuportável. Dias a fio de cinzentos começam a pesar e alimentam o desânimo de um quotidiano que nos "mastiga". De repente na linha do horizonte surge o sol sobre o rio Tejo que, num instante, se faz azul, um pouco mais escuro que a nesga de céu que se abre. A foz parece sorrir com as suas cristas de espuma. Acho que sussura, "A tua vida é boa...". Pois é. E sorrio com o rio.
Gosto de te ver sorrir com o rio.
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